BANCO

Empréstimo consignado inss

Renegociação da dívidas de Empréstimo Consignado
  • Nunca foi tão fácil conseguir o dinheiro que você precisa.Excelentes taxas e planos de pagamento sem consulta ao SPC/SERASA.
  • Faça seu empréstimo pessoal com desconto em folha com o banco que você conhece.Planos de até 60 meses para pagar Desconto direto em folha
  • Operações possíveis: empréstimos, refinanciamentos,vender dívida
  • Beneficiários: servidor público aposentados e pensionistas do INSS
  • Valor máximo do empréstimo:dependerá do salário e do prazo
  • Valor máximo das prestações: comprometimento de até 30% do salário líquido mensal
  • Prazos máximo e mínimo: não há,estão entre 6 e 60 meses, mas há convênios que chegam a 72 meses
  • Forma de pagamento: prestações iguais, mensais, préfixadas
  • Juros: piso ou teto estabelecidos estão 1,5% e 2,5%
  • *Crédito limitado a margem consignável. Para aposentados do INSS: taxa de 2,5% a.m, mais IOF e até 60 meses para pagar. Taxa sujeita a alteração.

Renegociação e Venda da dívidas

Tem direito à Renegociação da dívidas de Empréstimo Consignado

todos os servidores públicos (ativos e inativos) e os pensionistas, municipais,entre outros.

Renegociação de dívidas de Empréstimo Consignado: Se um empréstimo consignado, por um período de meses, com Banco "A". E está atravessando problemas financeiros, passado um numero limitado de meses, você pode renegociar a dívidas para 60 meses, estendendo o prazo contratual, reduzindo o valor da prestação e, o desconto no holerite.

Nesse período, na Folha de Pagamento será negociada com a instituição financeira ou banco, ocorrendo, a partir de então, a renegociação de dívida com o banco.

Se você Encontrar-se com dificuldades financeiras devido ao alto valor de desconto em folha. A possibilidade é "vender" sua dívida para o banco "A" para a "B".

Verifique se os juros cobrados por esta 2 ª é menor que a 1ª, caso não possibilite , aumente do nº. de parcelas ,para diminuição dos valores a serem descontados na folha. É uma alternativa a negociação de dívidas posterior do seu contrato com a instituição "B” instrumento que possibilita você obter mais dinheiro pela renegociação diretamente com o banco "B" .

 NOTÍCIA NA WEB.

Mais uma renegociação

Em mais um impulso de generosidade, o governo decidiu refinanciar dívidas do setor rural no valor de R$ 75,5 bilhões, beneficiando pequenos, médios e grandes proprietários de forma indiscriminada, sem levar em conta suas necessidades efetivas, suas dificuldades e seus antecedentes. O benefício equivale a 80% dos compromissos do setor com risco da União, estimados em R$ 87,5 bilhões, correspondentes a 2,8 milhões de contratos, e foi concedido por meio de medida provisória (MP). Por sua amplitude, essa iniciativa, além de impor mais um pesado encargo ao Tesouro, é mais um incentivo ao calote. Devedores incluídos em renegociações desde os anos 90 foram mais uma vez favorecidos e todos podem estar certos quanto a um ponto: pressões políticas articuladas pela bancada ruralista poderão produzir efeitos semelhantes num futuro não muito longínquo, especialmente se forem reforçadas num ano de eleições. Esta é a quarta rolagem desde 1995. "Vamos reintegrar quem ficou para trás por causa de seca, enchentes e câmbio", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na cerimônia de assinatura da MP. Mas não se pode levar a sério essa afirmação, porque não houve, de fato, um levantamento criterioso da situação dos devedores nem se considerou a melhora financeira de muitos produtores graças à elevação dos preços no mercado internacional. Essa melhora se reflete, por exemplo, no grande aumento das vendas de caminhões e de equipamentos agrícolas. A nova renegociação proporcionará aos devedores um ganho de R$ 9 bilhões, segundo o ministro, mas o custo para o Tesouro, acrescentou, não passará de R$ 1,16 bilhão, até 2010. Como é possível? A explicação merece entrar na coleção de citações do ministro Mantega: cerca de R$ 12 bilhões já foram lançados como prejuízos nos fundos constitucionais ou inscritos na dívida ativa da União nos últimos dois anos. Então está certo: se as perdas contabilizadas não são para ser levadas em conta, vale a pena continuar renegociando com muita generosidade e nenhuma discriminação. Se houver novos prejuízos, bastará lançá-los nas colunas certas e ninguém terá de se preocupar. Ou, como costuma dizer um comentarista esportivo: para São Sebastião, o que é uma flecha a mais? O refinanciamento é muito mais que uma rolagem dos compromissos. A MP alonga prazos de pagamento, reduz custos financeiros, perdoa encargos de inadimplência e cria facilidades para liquidação de juros vencidos. Em grande parte, a nova iniciativa do governo corresponde a uma anistia financeira a devedores do crédito rural. Também por isso é um estímulo considerável a novos calotes: quem deixar de pagar poderá ser beneficiado não só por mais um reescalonamento, mas também, muito provavelmente, por uma redução do saldo devedor. Mas a bancada ruralista está insatisfeita com os benefícios e promete modificar a MP, no Congresso, para incluir nos novos critérios débitos contratados com risco bancário. Segundo o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, o governo ficará atento à tramitação e tentará impedir qualquer ampliação dos custos impostos ao Tesouro Nacional. Também não há por que acreditar em promessas desse tipo. As pressões políticas vão continuar fortes e o Executivo não deixará de ser sensível a conveniências eleitorais. Fica para ser conferido se o governo de fato resistirá à bancada ruralista. Os R$ 12 bilhões não incluídos na renegociação - a diferença em relação aos R$ 87,5 bilhões - correspondem a empréstimos com vencimentos nos próximos anos. Muito provavelmente os devedores tentarão reescalonar o vencimento desses compromissos e - por que não? - obter descontos. Até lá, mais débitos serão acumulados e o refinanciamento poderá envolver um valor bem maior que a fatia não incluída na MP. Não há por que duvidar. O governo sempre achará um jeito de atender às pressões dos devedores, principalmente dos grandes, e a bancada ruralista não mudará seu comportamento. Ao mesmo tempo, o Executivo continuará reclamando da falta de dinheiro para os programas da saúde e outros itens da chamada política social.

Fonte: Matéria lida no-O Estado de S. Paulo - 30/05/2008   

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