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  • *Crédito limitado a margem consignável. Para aposentados do INSS: taxa de 2,5% a.m, mais IOF e até 60 meses para pagar. Taxa sujeita a alteração.

porcentagens a serem respeitados em folha de pagamento

Sim. As consignações compulsórias terão prioridade sobre as facultativas

E obedecerão ao critério de antiguidade, de modo que uma consignação posterior não cancela a anterior É observado o limite máximo de seis entidades consignatórias por servidor ou pensionista e dois empréstimos consignado por servidor ou pensionista. O somatório das consignações compulsórias e facultativas não poderá exceder 70% da margem consignável dos vencimentos, salários, proventos e pensões, respeitado o limite de 40% para as facultativas.

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IFC lidera empréstimo de US$ 165 mi para Daycoval

Gunther, da IFC: primeiro empréstimo sindicalizado a banco médio no pós-crise Com a crise na Europa e o mercado de eurobônus difícil desde maio, as transações envolvendo agências governamentais se tornaram alternativa para os bancos médios brasileiros. Mostra disso é o Banco Daycoval, que acaba de captar US$ 165 milhões em um empréstimo "guarda-chuva" sindicalizado, com a participação de onze bancos e da IFC, International Finance Corporation, o braço financeiro do Banco Mundial. Na semana passada, o BicBanco anunciou US$ 32 milhões em empréstimo de dívida subordinada, que entra como capital no balanço do banco, do banco de fomento alemão DEG. "A transação do Daycoval é o primeiro empréstimo sindicalizado para um banco médio brasileiro desde que a crise de 2008 estourou", diz Andrew Gunther, responsável pela atividade da IFC no Brasil. Segundo ele, parte da estratégia da IFC é justamente financiar bancos de médio porte que fazem empréstimos para pequenas e médias empresas. "É uma forma indireta de chegar às empresas menores", diz. Segundo Morris Dayan, diretor-executivo do Daycoval, o banco foi procurado pela IFC há cerca de três meses, mas havia acabado de captar US$ 300 milhões, pelo prazo de cinco anos, pagando juros de 6,75% ao ano por meio de eurobônus no mercado internacional. "Estávamos muito confortáveis", afirma. Com a crise de dívida na Europa, que se agravou em maio, o mercado externo reduziu seu movimento e o Daycoval resolveu levar adiante transação de US$ 100 milhões com a IFC. Acabou levantando US$ 165 milhões a um custo "muito atrativo", segundo Dayan. Os recursos serão repassados às empresas - 60% da carteira do Daycoval é crédito para pequenas e médias companhias. O resto é financiamento de veículos e crédito consignado às pessoas físicas. A carteira de crédito do banco foi a R$ 4,2 bilhões no fim do primeiro trimestre. O Daycoval precisa captar para financiar o aumento em sua carteira de crédito, de taxas anualizadas em torno de 40%. E tem capital para crescer - seu índice de alavancagem (Basileia, relação entre o patrimônio e os ativos ponderados pelo risco) é de 27%. O mínimo exigido pelo BC é de 11%. O IFC entrou com uma parcela de US$ 25 milhões em crédito direto, o chamado empréstimo A, indexado em reais, de vencimento em quatro ano. O resto do crédito veio dos onze bancos, no chamado empréstimo B. Mas, nessa estrutura "guarda-chuva", a IFC aparece como credora oficial de toda a operação de US$ 165 milhões. Como é credor preferencial, o primeiro a receber em caso de moratória, o "guarda-chuva" do Banco Mundial reduz o risco-país para os bancos participantes e, dependendo da origem do banco, pode até liberar o empréstimo dos limites de risco-país e reduzir a necessidade de alocação de capital. Por isso, essas transações permitem prazos mais longos e custos mais atrativos. A parcela B do empréstimo é divida em quatro partes. A parte em dólar, de US$ 110 milhões, tem uma fatia de vencimento em dois anos e outra em três anos. A parte em euros, de € 23,5 milhões, também tem uma fatia de dois anos e outra de três anos. De acordo com Dayan, a parte em dólar de vencimento em três anos paga no total Libor, a taxa interbancária de Londres, mais 2,65% ao ano, o que resulta em 110% dos juros do Depósito Interfinanceiro depois de feito o "swap" (troca de indexadores) da dívida. O prazo médio da linha, de acordo com ele, é de vencimento em três anos. Os líderes da transação foram o Itaú Europa, o Standard Bank e o HSBC. Na parte em euros, participaram o Itaú Europa, o sul-africano Standard Bank, o britânico HSBC, o francês Crédit Agricole, o americano Citi, o austríaco Oberbank, o espanhol Santander e o inglês Standard Chartered. Na parte em euros entraram o WestLB, o Commerzbank e o ING. Segundo Gunther, o IFC pretende ampliar sua atuação no país, após conceder US$ 1,1 bilhão em garantias, empréstimos A e capital para empresas em bancos no Brasil. No total em seis anos, segundo ele, foram US$ 1,9 bilhão em recursos diretos para bancos, que alavancaram um total de US$ 600 milhões em empréstimos B. A IFC tem negócios com 12 bancos no Brasil. Com o mercado de eurobônus melhorando, o Banco Cruzeiro do Sul planeja uma emissão com prazo de três anos com juros de 7% a 7,25% ao ano, disse o diretor de relações com investidores do banco, Fausto Guimarães, à "Bloomberg". O líder será a BCP Securities. Também o Tesouro Nacional avalia voltar ao mercado e vender mais dos seus bônus denominados em dólar com vencimento em 2021 e 2041 neste ano, disse Paulo Valle, secretário-adjunto do Tesouro, à "Bloomberg" de Nova York.

Fonte: Matéria lida no-Valor Econômico - 23/06/2010 Cristiane Perini Lucchesi   

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