A união com o Banco do Brasil (BB) colocou o Banco Votorantim de volta ao rumo do crescimento.O custo de captação, no entanto, permanece alto. "As taxas pedidas pelos investidores nas emissões internacionais apresentaram leve queda, para todo o mercado, mas os custos de "hedge" [transformação de dólar e real] encarecem as operações", explica Piacsek. Mesmo com um sócio de peso como o BB, as notas recebidas das agências de classificação de risco pelo Banco Votorantim não mudaram. O perfil de captação, da mesma forma, não apresentou grande alteração. Uma fonte a qual o banco costuma recorrer são as operações estruturadas. Encontra-se em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um fundo de direitos creditórios de R$ 2 bilhões. Fonte:Conteúdo lido no( Valor Econômico - 20/09/2010 Aline Lima )
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A união com o Banco do Brasil (BB) colocou o Banco Votorantim de volta ao rumo do crescimento. Neste mês, completa um ano que as duas instituições operam, efetivamente, juntas, após o anúncio feito em janeiro de 2009. De lá para cá, a participação de mercado do Votorantim no financiamento de veículos passou de 13% para 23%. O ritmo de produção bateu recorde. De janeiro a agosto, as concessões mensais avançaram 50%, de R$ 2 bilhões para R$ 3 bilhões. "Há dois anos, comemorávamos a marca do bilhão", conta Walter Piacsek, vice-presidente de negócios do Banco Votorantim. A associação com o BB mudou o perfil da carteira. Tradicionalmente voltado para o mercado de automóveis usados, o Votorantim conta hoje com uma participação de 40% de carros novos na carteira.
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